Palestra do Dr. Lair Ribeiro sobre os prejuízos do leite à saúde.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O Milagre de Gerson
Sinopse:
A cura para o câncer e muitas outras doenças crônicas e
degenerativas está disponível desde 1928. A terapia foi desenvolvida por Max
Gerson, um médico judeu alemão, aclamado pelo prêmio Nobel Albert Schweitzer
como "o maior gênio eminente da história da medicina."
Este filme examina muitos dos elementos da Terapia Gerson, e
explica como e porque tem curado os casos mais avançados de câncer há mais de
75 anos, utilizando materiais e processos da própria natureza.
Nove pacientes do Dr. Gerson relatam histórias de
recuperação dos cânceres mais mortais (fígado, ovário, pâncreas,). Seus
testemunhos inspiradores são uma poderosa evidência da eficácia da terapia.
Charlotte Gerson também descreve seus esforços ao longo da vida para manter a
terapia viva apesar da forte oposição.
Dados do
Arquivo:
Direção: Steve
Kroschel
Qualidade:
DVDRip
Áudio:
Inglês
Legenda:
Português
Tamanho:
868 MB
Duração:
01:30:41
Formato: AVI
Servidor:
Peeje (PJ) | Mediafire (MF)
Créditos: Docsprimus
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Guerra Feita Fácil
Guerra Feita Fácil / War Made Easy: How Presidents & Pundits Keep Spinning Us To Death (2007)
Sinopse:
Narrado por Sean Penn, o documentário mostra através de imagens e depoimentos esclarecedores como a imprensa corporativa e o governo estadunidense trabalham em conjunto enganando e manipulando a população, através da divulgação massiva de mensagens belicistas, da ocultação e análise parcial das informações, com fim de justificar e apoiar as guerras em que o país se envolveu nos últimos 50 anos.
Wikipédia (Inglês)
Dados do
Arquivo:
Direção:
Loretta Alper e Jeremy Earp
Qualidade:
DVDRip
Áudio:
Inglês
Legenda:
Português
Tamanho:
698 MB
Duração:
01:13:12
Formato:
AVI
Servidor:
Peeje
Créditos Docsprimus
terça-feira, 9 de outubro de 2012
HITLER ERA UM ROTHSCHILD? Por David Icke
A
história oficial é meramente um véu para esconder a verdade do que
realmente aconteceu. Quando o véu é levantado, repetidamente nós
vemos que não apenas a versão oficial não é verdadeira,
freqüentemente ela é 100% errada.
Pegue
os Rothschilds, a linhagem anteriormente conhecida, entre outros nomes,
como os Bauers, uma das mais notórias linhagens ocultas da Alemanha da
Idade Média. Ela ficou conhecida como Rothschild (escudo-vermelho or
rotes-schild em alemão) no século 18 quando uma dinastia financeira
foi fundada em Frankfurt por Mayer Amschel Rothschild trabalhando
conjuntamente com a Illuminati House of Hesse e outros. Eles pegaram seu
nome do escudo vermelho ou hexagrama/Estrela de Davi em frente à casa
deles em Frankfurt. A Estrela de Davi ou Selo de Salomão é um
símbolo esotérico e apenas se tornou associada aos judeus após
os Rothschilds adotarem-na para si. Ela não tem absolutamente nenhuma
conexão com "Davi" ou "Salomão", como as fontes
históricas judaicas confirmam. Os Rothschilds são uma das principais
linhagens Illuminati no planeta e eles são reptilianos que mudam de
forma (veja O Maior Segredo - The Biggest Secret, 1998).
Guy de
Rothschild, da Casa Francesa, é quem encabeça essa dinastia
atualmente. Ele é um dos mais grotescos expoentes
do controle da mente baseado em trauma, certamente o principal segundo
muitos dos que têm sofrido impiedosamente sob sua tortura. Eu sempre
reluto em usar a palavra mal, mas se mal é o reverso de vida, então
Guy de Rothschild é totalmente mau. Ele representa o contrário de
vida. Ele tem sido pessoalmente responsável pela tortura e morte de
milhões de crianças e adultos, ou diretamente ou por intermédio
daqueles que ele controla. Ele conduz rituais satânicos, como todas
essas linhagens sempre fizeram, e só Deus sabe em quantos sacrifícios
humanos ele está envolvido.
Se o
que eu estou dizendo está errado, Guy de Rothschild, então leve-me
para o tribunal e vamos analisar as evidências. Você é um
multi-bilionário e você controla os tribunais e a mídia. Eu não
tenho quase nada. Eu devo, portanto, ser fácil de ser batido. Então
venha, Sr. Rothschild. Vamos levar essas alegações para a arena
pública e ter você e eu no banco de testemunhas. Faça meu dia valer a
pena.
Eu já posso ouvir os clamores se juntando para me condenar como "anti-semita" porque os Rothschilds alegam serem "Judeus". Organizações como a Liga Anti-Difamação e a B'nai B'rith já fizeram extenuantes esforços para me rotular dessa maneira por expor os Rothschilds e para me impedir de falar em público (mais detalhes em outros artigos deste website). É engraçado então que ambas as organizações foram criadas por, e continuam a ser financiadas pelos Rothschilds. Apenas uma coincidência, nada para se preocupar... B'nai B'rith significa, apropriadamente, "Filhos da Aliança" e foi estabelecida pelos Rothschilds em 1843 como um braço da inteligência para difamar e destruir pesquisadores legítimos com o rótulo "anti-semita". Muitos de seus oradores apoiaram abertamente a escravidão durante a Guerra Civil Americana e hoje eles procuram condenar alguns líderes negros como "anti-semitas" ou "racistas"! Todo ano, a Liga Anti-Difamação concede o prêmio "Tocha da Liberdade" (o clássico símbolo Illuminati) à pessoa que eles acreditam ter servido mais à sua causa. Um ano eles o deram a Morris Dalitz, um íntimo do notório sindicato do crime de Meyer Lansky que aterrorizou a América. Perfeita escolha.
Eu já posso ouvir os clamores se juntando para me condenar como "anti-semita" porque os Rothschilds alegam serem "Judeus". Organizações como a Liga Anti-Difamação e a B'nai B'rith já fizeram extenuantes esforços para me rotular dessa maneira por expor os Rothschilds e para me impedir de falar em público (mais detalhes em outros artigos deste website). É engraçado então que ambas as organizações foram criadas por, e continuam a ser financiadas pelos Rothschilds. Apenas uma coincidência, nada para se preocupar... B'nai B'rith significa, apropriadamente, "Filhos da Aliança" e foi estabelecida pelos Rothschilds em 1843 como um braço da inteligência para difamar e destruir pesquisadores legítimos com o rótulo "anti-semita". Muitos de seus oradores apoiaram abertamente a escravidão durante a Guerra Civil Americana e hoje eles procuram condenar alguns líderes negros como "anti-semitas" ou "racistas"! Todo ano, a Liga Anti-Difamação concede o prêmio "Tocha da Liberdade" (o clássico símbolo Illuminati) à pessoa que eles acreditam ter servido mais à sua causa. Um ano eles o deram a Morris Dalitz, um íntimo do notório sindicato do crime de Meyer Lansky que aterrorizou a América. Perfeita escolha.
Naturalmente,
a força do sentimento que alimenta as chamas de condenação contra
qualquer um chamado "anti-semita" hoje é a repugnante
perseguição ao povo judeu pelos nazistas de Adolf Hitler. Expor ou
questionar as ações dos Rothschilds ou de qualquer outra pessoa ou
organização Judaica é pedir para ser chamado de "nazista" e
"anti-semita", aquele rótulo abrangente que desacreditou
muitos pesquisadores e negou-lhes a oportunidade de falar em público
devido a protestos de robôs radicais não pensantes e à recusa dos
palcos de hospedar seus encontros e palestras. Eu tenho passado por isso
de tempos em tempos, principalmente no leste do Canadá graças à
campanha do B'nai B'rith e da Liga Anti-Difamação (que passa o tempo
todo tentando difamar pessoas). Ambas as organizações, eu repito,
foram criadas e são controladas pelos Rothschilds.
Que
estranho então que, como eu tenho documentado em "E A Verdade Vos
Libertará" e "O Maior Segredo", junto com inúmeros
outros pesquisadores e eruditos, Adolf Hitler e os Nazistas foram
criados e financiados pelos... Rothschilds. Foram eles que arranjaram
para que Hitler chegasse ao poder através das sociedades secretas
Illuminati na Alemanha, como a Sociedade Thule e a Sociedade Vril, que
eles criaram através de suas redes alemãs; foram os Rothschilds que
financiaram Hitler através do Banco da Inglaterra e de outras fontes
britânicas e americanas como o banco Kuhn, Loeb, que também financiou
a Revolução Russa.
O
verdadeiro coração da máquina de guerra de Hitler era a gigante
química, I.G. Farben, que tinha um braço americano que era controlado
pelos Rothschilds através de seus lacaios, os Warburgs. Paul Warburg,
que manipulou à existência o privadamente-controlado "banco
central" da América, o Federal Reserve, em 1913, estava na
direção da I.G americana. De fato, a I.G. Farben de Hitler, que
controlava o campo de trabalho escravo em Auchwitz, era, na realidade,
uma divisão da Standard Oil, oficialmente pertencente aos Rockefellers,
mas na verdade o império Rockefeller foi trazido à existência
pelos... Rothschilds. Veja "E A Verdade Vos Libertará" e
"O Maior Segredo", para o pano de fundo detalhado desse e de
outros aspectos dessa história. Os Rothschilds também possuíam as
agências de notícias alemãs durante ambas as Guerras Mundiais e
portanto controlavam o fluxo de "informação" para os
alemães e o mundo externo. Incidentalmente, quanto as tropas Aliadas
entraram na Alemanha, ele descobriram que as fábricas da I.G. Farben, o
verdadeiro núcleo da operação de guerra de Hitler, não tinham sido
atingidas por bombardeios em massa, bem como as fábricas da Ford -
outra empresa Illuminati que apoiava Hitler. Outras fábricas nas
proximidades tinham sido demolidas por ataques de bombas.
Então a
força por trás de Adolf Hitler, no interesse da Illuminati, era a Casa
de Rothschild, essa linhagem "Judaica" que diz apoiar e
proteger a fé e o povo judeu. De fato eles doentiamente usam e abusam
do povo judeu para os seus próprios fins horríveis. Os Rothschilds,
como os Illuminati em geral, tratam a massa do povo judeu com profundo
desprezo. Eles são, como o resto da população global, apenas gado a
ser usado para avançar a agenda de controle global pela rede de
linhagens híbridas, impregnadas com um código reptiliano, e conhecida
pelos pesquisadores como a Illuminati.
De fato,
os Illuminati são tão profundamente obcecados por linhagem, devido a
esse código genético reptiliano, que não havia nenhuma possibilidade
de que alguém como Hitler chegasse ao poder naquelas circunstâncias
vitais para a Illuminati, exceto se ele fosse da linhagem reptiliana. Se
você pesquisar em outras páginas deste website verá como a mesma
linhagem genética tem mantido as posições de poder real,
aristocrático, financeiro, político, militar e da mídia no mundo por
literalmente milhares de anos. Essa é a linhagem que produziu TODOS os
42 Presidentes dos Estados Unidos, desde e incluindo George Washington
em 1789. É a linhagem do favorito disparado para a eleição de 2000,
George W. Bush. Os líderes da Segunda Guerra Mundial, Roosevelt,
Churchill e Stalin, eram da linhagem, bem como eram Maçons e
Satanistas. Eles foram manipulados para dentro do governo e os esforços
de guerra de seus respectivos países foram financiados pelos
Rothschilds e as outras linhagens Illuminati.
Devemos
acreditar, portanto, que embora este mesmo grupo provavelmente tenha
financiado a subida ao poder de Adolf Hitler bem como a sua máquina de
guerra, que ele foi um líder de importância crucial para a agenda que
NÃO era da linhagem?
Oh realmente.
De acordo com um livro de um psicanalista, Walter Langer, chamado a Mente de Hitler, não apenas Hitler foi apoiado pelos Rothschilds, ele ERA um Rothschild. Esta revelação cai como uma luva com as ações dos Rothschilds e outras linhagens Illuminati na Alemanha que trouxeram Hitler à frente como ditador daquela nação. Ele também era apoiado pela Família Real Britânica, a Casa de Windsor (na verdade a Casa Alemã de Saxe-Coburg-Gotha), e essas incluíam o "herói de guerra" real britânico Lorde Mountbatten, um Rothschild e um Satanista. Seus parentes reais na Alemanha, que você nunca pensaria que normalmente apoiariam um aparente homem da rua como Hitler, estavam entre seus apoiadores mais entusiasmados. Mas, naturalmente, eles sabiam quem ele realmente era. Quando você faz qualquer estudo sobre a obsessão dos Illuminati com linhagem genética, você logo vê que não há possibilidade nenhuma de Hitler não ser um deles.
Langer
escreve:
"O
pai de Adolf, Alois Hitler, era o filho ilegítimo de Maria Anna
Schicklgruber. Era geralmente suposto que o pai de Alois Hitler
(Schicklgruber) era Johann Georg Hiedler. Há algumas pessoas que
duvidam seriamente que Johann Georg Hiedler era o pai de Alois... (um
documento austríaco foi) preparado que provava que Maria Anna
Schicklgruber estava vivendo em Vienna na época em que ela concebeu.
Nesse tempo ela estava empregada como criada na casa do Barão
Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez ela foi mandada
de volta para casa... onde Alois nasceu."
A
informação de Langer partiu do oficial de alto escalão da
Gestapo,
Hansjurgen Koehler, publicado em 1940, sob o título "Inside the
Gestapo" (Dentro da Gestapo). Ele escreve sobre as investigações
sobre as origens de Hitler feitas pelo Chanceler Austríaco, Dolfuss,
nos arquivos da família de Hitler.
Koehler
realmente viu uma cópia dos documentos de Dolfuss que foram dados a ele
por Heydrich, o soberano do Serviço Secreto Nazista. O arquivo, ele
escreveu, "causou um estrago que nenhum arquivo no mundo tinha
causado antes" (Inside the Gestapo, p 143). Ele também revelou
que:
-
"...O segundo maço no arquivo azul continha os documentos coletados por Dolfuss. O Chanceler Austríaco de pequena estatura mas de grande coração, deveria saber por tal ficha pessoal que ele poderia ser capaz de checar Hitler... Sua tarefa não era difícil; como governante da Áustria ele poderia facilmente descobrir os dados pessoais e da família de Adolf Hitler, que havia nascido em solo austríaco... Através das certidões de nascimento originais, registros da polícia, protocolos, etc, tudo contido no arquivo original, o Chanceler Austríaco teve sucesso em juntar as partes do quebra-cabeças, criando uma entidade mais ou menos lógica...
-
Uma pequena garota servente... (avó de Hitler)... veio para Viena e tornou-se uma empregada doméstica, trabalhando na maior parte para famílias muito ricas. Mas ela não teve sorte; tendo sido seduzida, ela estava a ponto de dar a luz. Ela voltou para casa em seu vilarejo para seu confinamento... Onde estava a pequena criada servindo em Viena? Esse não era um problema muito difícil de solucionar. Viena havia instituído muito cedo o sistema de registro policial compulsório. Ambos empregados e empregadores eram expostos a multas pesadas se eles negligenciassem essa obrigação. O Chanceler Dolfuss conseguiu descobrir o cartão de registro. A pequena, inocente servente tinha sido uma criada na... mansão Rothschild. ... e o avô desconhecido de Hitler deveria provavelmente ser procurado naquela magnífica casa. O arquivo de Dolfuss parou nessa afirmação."
Teria algo
a ver a
determinação de Hitler em conquistar a Áustria com seu desejo de
destruir registros de sua linhagem?
Um
correspondente que tem pesquisado esse assunto extensivamente escreve:
-
"Me parece que Hitler sabia sobre sua conexão antes de se tornar chanceler. Como seu pai antes dele, quando as coisas ficaram difíceis, os Hitlers foram para Viena. O pai de Hitler deixou seu vilarejo natal ainda bem jovem para buscar sua fortuna em Viena. Quando Hitler ficou órfão, depois que sua mãe morreu em dezembro de 1907, ele partiu para Viena não muito tempo após o funeral. Lá ele pareceu desaparecer de vista por 10 meses! O que aconteceu durante esta estadia de dez meses em Viena é um completo mistério no qual a história não traz luz. Faz sentido, agora que se estabeleceu que Hitler era um Rothschild, que ele e os seus primos estivessem se familiarizando, e o seu potencial para futuros empreendimentos da família estivesse sendo medido".
Os
Rothschilds e os Illuminati produzem muitos filhos fora do casamento em
seus programas secretos de procriação e essas crianças são criadas
sob outros nomes com outros pais. Como Bill Clinton, que é quase
certamente um Rockefeller produzido do mesmo jeito, esses "garotos
comuns de origem comum" tornam-se extraordinariamente bem sucedidos
no seu campo escolhido. Hitler, também, teria produzido crianças não
oficiais para manter sua parte da linha sanguínea e obviamente
existirão pessoas com essa linhagem vivas hoje em dia.
Então
qual Rothschild era o avô de Hitler? Meus agradecimentos a um
correspondente do site pela informação adicional e atualizada a esse
artigo, um homem que pesquisou essa história em detalhes. Alois, pai de
Hitler, nasceu em 1837 no período quando Salomon Mayer era o único
Rothschild que vivia na mansão de Viena. Nem mesmo sua esposa vivia ali
porque o casamento deles ia tão mal que ela permanecia em Frankfurt. O
filho deles, Anselm Salomon, passou a maior parte de sua vida de
trabalho em Paris e Frankfurt longe de Viena e do seu pai.
Salomon
Mayer pai, vivendo sozinho na mansão de Viena onde a avó de Hitler
trabalhou, é o primeiro e mais óbvio candidato. E Hermann von
Goldschmidt, o filho do escriturário de Salomon Mayer, escreveu um
livro, publicado em 1917, que dizia sobre Salomon:
-
"...por volta de 1840 ele tinha desenvolvido um entusiasmo irrefreável por meninas jovens..."
-
e
-
"Ele tinha uma paixão luxuriosa por meninas muito jovens, e suas aventuras com elas tinham que ser acobertadas pela polícia."
E a avó
de Hitler, uma jovem trabalhando sob o mesmo teto não teria sido o
objeto de desejo de Salomon? E essa mesma garota ficou grávida enquanto
trabalhou lá? E seu neto se tornaria chanceler da Alemanha, financiado
pelos Rothschilds, e ele começaria a Segunda Guerra Mundial que era
tão vital para a agenda dos Rothschild-Illuminati? E os Illuminati são
obcecados em colocar suas linhagens no poder em todos os
"lados" de um conflito? E os Rothschilds são uma de suas
linhagens chave? E tudo isso é apenas coincidência?
HITLER
ERA UM ROTHSCHILD!!
A Segunda
Guerra Mundial foi incrivelmente produtiva para a agenda de
controle global da Illuminati.
Ela levou a uma explosão de instituições globalmente centralizadas,
como as Nações Unidas e a Comunidade Européia, agora União
Européia, e muitas outras nas finanças, nos negócios e na área
militar. Precisamente o que eles queriam. Isso também deixou países
sob um enorme fardo com as dívidas dos empréstimos feitos para todos
os lados pelos... Rothschilds e os Illuminati.
Os
Rothschilds tinham há muito tempo um plano de criar um feudo
pessoal para eles mesmos e para os Illuminati na Palestina e esse
plano envolvia manipular o povo judeu a estabelecer a área como sua
"terra natal." Charles Taze Russell, da linhagem Russell
Illuminati-reptiliana, foi o homem que fundou a Sociedade Watchtower,
mais conhecida como as Testemunhas de Jeová. Ele foi um Satanista, um
pedófilo segundo sua esposa, e mais do que certamente um Illuminati.
Sua nova "religião" (culto de controle da mente) foi
financiado pelos Rothschilds e ele era amigo deles, bem como os
fundadores dos Mórmons que eram também financiados pelos Rothschilds
por intermédio de Kuhn, Loeb, and Co. Russell e os fundadores dos
Mórmons eram todos Maçons. Em 1880, Charles Taze Russell, este amigo
dos Rothschilds, previu que os judeus iriam retornar à sua terra natal.
Essa provavelmente foi a única previsão de Russell que se realizou.
Por que? Porque ele sabia que esse era o plano. Ele escreveu aos
Rothschilds louvando seus esforços em estabelecer uma terra natal dos
judeus na Palestina.
Então,
em 1917, veio a famosa Declaração Balfour, quando o Ministro
Britânico de Assuntos Estrangeiros, Lorde Balfour, declarou em nome do
seu governo que eles apoiavam a criação de uma terra natal dos judeus
na Palestina. Agora quando você ouve essa frase, a Declaração
Balfour, você tem a impressão de que ela era uma espécie de nota
dirigida ao público. Mas não era.
A
Declaração Balfour foi uma carta de Lorde Balfour para... Lorde Lionel
Walter Rothschild. Pesquisadores dizem que a carta foi de fato ESCRITA
por Lorde Rothschild e seu empregado, o banqueiro, Alfred Milner. Agora
veja isso. Uma das mais importantes sociedades secretas do século XX é
chamada a Mesa Redonda (Round Table). Ela é baseada na Inglaterra com
sub-sedes no mundo todo. É a Mesa Redonda que no final das contas
orquestra a rede do Grupo Bilderberg, O Conselho de Relações
Exteriores, A Comissão Trilateral e O Instituto Real para Assuntos
Internacionais. Veja meus livros para mais detalhes. Que fascinante
então, que Lorde Balfour era um membro do círculo interno da Mesa
Redonda, Alfred Milner era o líder oficial da Mesa Redonda
quando da morte de Cecil Rhodes, e a Mesa Redonda era financiada por...
Lorde Lionel Walter Rothschild. Essas eram as três pessoas envolvidas
na Declaração Balfour de 1917.
Dois anos
depois, em 1919, veio a Conferência de Paz de Versalhes perto de Paris,
quando a elite da Mesa Redonda da Inglaterra e dos Estados Unidos,
pessoas como Alfred Milner, Edward Mandel House e Bernard Baruch, foram
designadas para representar seus países nas reuniões que decidiram
como o mundo seria mudado como resultado da guerra que essas mesmas
pessoas haviam criado. Eles decidiram impor à Alemanha pagamentos de
indenizações de guerra impossíveis, assegurando então o colapso da
República Weimar pós-guerra em meio ao inacreditável colapso
econômico que levou o Rothschild, Hitler, ao poder. Foi enquanto
estavam em Paris que esses Illuminati membros da Mesa Redonda se
reuniram no Hotel Majestic para iniciar o processo de criação da rede
Bilderberg-CRE-IRAI-Comissão Trilateral. Eles também decidiram em
Versalhes que eles então apoiariam a criação de uma pátria para os
judeus na Palestina. Como eu mostro em meus livros, CADA UM DELES ou era
da linhagem Rothschild ou era controlado por eles.
O
Presidente Americano, Woodrow Wilson, foi "aconselhado" em
Versalhes pelo Coronel House e Bernard Baruch, ambos clones Rothschild e
líderes da Mesa Redonda nos Estados Unidos; O Primeiro Ministro
Britânico, Lloyd George, foi " aconselhado" por Alfred
Milner, empregado de Rothschild e líder da Mesa Redonda, e Sir Phillip
Sassoon, um descendente direto de Mayer Amschel Rothschild, o fundador
da dinastia; o líder francês, Georges Clemenceau, foi
"aconselhado" por seu Ministro do Interior, Georges Mandel,
cujo nome real era Jeroboam Rothschild. Quem
você acha que estava fazendo as decisões aqui??
Mas isso
foi bem mais longe. Na delegação americana também estavam os irmãos
Dulles, John Foster Dulles, que se tornaria Secretário de Estado dos
EUA, e Allen Dulles, que se tornaria o primeiro cabeça da nova CIA
após a Segunda Guerra Mundial. Os irmãos Dulles eram da linhagem
genética, tornar-se-iam mais tarde apoiadores de Hitler, e eram
empregados pelos Rothschilds na Kuhn, Loeb, and Co. Eles também estavam
envolvidos no assassinato de John F. Kennedy e Allen Dulles iria servir
na Commissão Warren que investigou o assassinato. A delegação
americana em Versalhes também foi representedada por Paul Warburg,
controlado pelos Rothschild, do Kuhn, Loeb e da filial americana da I.G.
Farben, enquanto a delegação alemã incluía seu irmão, Max Warburg,
que tornar-se-ia banqueiro de Hitler!! O anfitrião deles na França
durante a conferência de "paz" foi o... Barão Edmond de
Rothschild, a principal força da época pressionando para a criação
de uma pátria judaica em Israel. Veja meus livros para mais detalhes.
Os
Rothschilds sempre foram a verdadeira força por trás do Movimento
Sionista. Sionismo é de fato SIONismo, Sion = o Sol (the Sun), logo o
nome da sociedade secreta de elite por trás da linhagem Merovíngia, o
Priorato de Sião (Priory of Sion). Ao contrário do entendimento da
maioria das pessoas, Sionismo não é o povo judeu. Muitos judeus não
são sionistas e muitos não-judeus são. Sionismo é um movimento
político, não uma raça. Dizer que Sionismo é o povo judeu é como
dizer que o Partido Democrata é o povo americano. Judeus que se opõem
ao Sionismo, no entanto, têm sofrido muita oposição.
Agora,
tendo manipulado seus governos-marionete para apoiar seu plano de um
feudo pessoal no Oriente Médio, os Rothschilds iniciaram o processo de
acomodar pessoas judias na Palestina. Como sempre eles trataram seu
próprio povo com desprezo. Entra o Barão Edmond de Rothschild,
o"Pai de Israel", que morreu em 1934, o homem que
hospedou as delegações de "paz" de Versalhes. Edmond era da
casa francesa, como Guy de Rothschild. Edmond, de fato, começou a
instalar judeus na Palestina desde a década de 1880 (quando Charles
Taze Russell estava fazendo sua previsão). Ele financiou judeus russos
para estabelecerem-se na Palestina, mas isso não tinha nada a ver com
sua liberdade ou direito de nascença, isso era para avançar a agenda
Rothschild-Illuminati. Edmond financiou a criação de fazendas e
fábricas e dirigiu toda a operação com uma barra de ferro. Aos
fazendeiros judeus era dito o que plantar e eles logo descobriram quem
estava no comando se eles questionassem suas ordens. Em 1901, esse povo
judeu reclamou a Rothschild da ditadura sobre suas terras ou
"Yishuv". Eles perguntaram-lhe:
"...se
você deseja salvar a Yishuv, primeiro tire suas mãos dela e... pelo
menos por uma vez permita aos colonos a possibilidade de corrigir por
eles mesmos qualquer coisa que necessite ser corrigida..."
Barão
Rothschild respondeu:
"Eu
criei a Yishuv, eu somente. Portanto, nenhum homem, nem colonos ou
organizações, tem o direito de interferir em meus planos..."
Em uma
sentença, você tem a verdadeira atitude dos Rothschilds para com o
povo judeu, e de fato, para com a população humana em geral.
Essas pessoas NÃO são judias, elas são um linhagem não-humana com um
código genético reptiliano que se escondem atrás do povo judeu,
usando-o como uma cortina de fumaça e como um meio para um fim.
Conforme o livro de Simon Schama, Two Rothschilds and the Land of Israel
(Collins, London, 1978), os Rothschilds adquiriram 80% da terra de
Israel.
Edmond de
Rothschild trabalhou conjuntamente com Theodore Herzl, que apenas
aconteceu de ser o fundador do Sionismo, o movimento político criado
para assegurar uma pátria "judaica" na Palestina. Rothschild
era também o poder por trás de Chaim Weizmann, um outro líder do
Sionismo. Como Rothschild disse a Weizmann:
"Sem
mim o Sionismo não teria sido bem-sucedido, mas sem o Sionismo meu
trabalho estaria fadado ao fracasso."
Então,
agora com os Rothschilds aumentando seu financiamento de colônias
judias na Palestina, e com seus agentes nos governos oficialmente
apoiando seus planos para uma terra natal Rothschild, digo judia, eles
precisavam de um catalisador que demolisse os protestos árabes à
invasão de seu país. Esse catalisador foi o horrível tratamento dado
aos judeus na Alemanha e nos países que eles conquistaram por seus
Nazistas Rothschild-financiados e por um dos seus, um Rothschild chamado
Adolf Hitler.
A onda de
repugnância aos campos de concentração nazistas deu um ímpeto vital
e, finalmente, crucial à agenda Rothschild. Foram eles que patrocinaram
operações terroristas judias como a Gangue Stern e Irgun, que chegaram
a cometer mutilações e assassinatos para trazer o Estado de Rothschild
(Israel) à existência em 1948. Esses grupos terroristas, que
chacinaram pessoas judias com igual entusiasmo, eram liderados pelas
mesmas pessoas que posteriormente ascenderam para liderar a nova
Israel... pessoas como Menachem Begin, David Ben-Gurion, Yitzhak Rabin e
Yitzhak Shamir. Foram essas gangues Sionistas Rothschild-controladas que
assassinaram o mediador internacional Conde Bernadotte em 17 de setembro
de 1948, aparentemente porque ele intencionava apresentar uma nova
resolução de partilha às Nações Unidas.
E os
Rothschilds não estavam satisfeitos ao causarem o inimaginável
sofrimento do povo judeu sob o regime Nazista, eles também roubaram sua
riqueza quando a guerra terminou, da mesma forma que roubaram a riqueza
russa durante a revolução que eles haviam financiado.
No
começo de 1998, durante uma turnê de palestra na África do Sul, eu
tive um encontro pessoal com P.W. Botha, o Presidente da África do Sul
nos anos 80 durante o apartheid. O convite veio de repente quando eu
estava palestrando a umas poucas milhas de sua casa. Nós falamos por
uma hora e meia sobre a manipulação da África do Sul e não demorou
muito para nomes como Henry Kissinger, Lorde Carrington, e os
Rothschilds surgirem.
"Eu
tive estranhas negociações com os Rothschilds ingleses em Cape Town
quando eu era presidente", ele disse, e então prosseguiu me
contando uma história que resume os Rothschilds perfeitamente.
Ele disse que eles haviam requerido uma reunião com ele e seu ministro
de relações exteriores, o operativo Illuminati Pik Botha (sem
parentesco). Nessa reunião, ele disse, os Rothschilds disseram-lhe que
havia uma enorme riqueza em contas de bancos suíços que haviam
pertencido a judeus alemães anteriormente e estava disponível para
investimento na África do Sul se eles pudessem entrar em acordo quanto
aos juros. Essa é a mesma riqueza, roubada dos judeus alemães que
sofreram sob os nazistas, que veio à luz entre grande escândalo nos
anos recentes. Os Rothschilds têm feito uma fortuna com isso desde a
guerra!! Botha contou-me que ele se recusou a aceitar o dinheiro, mas
Pik Botha deixou a reunião com os Rothschilds e ele não tinha certeza
se eles tinham chegado a um acordo. De
tirar o fôlego? Com certeza que sim, mas o mundo não é como
imaginamos que ele seja.
Até hoje
os Rothschilds continuam a controlar o Estado que tem o seu símbolo de
família em sua bandeira e são eles que usam aquele país e seu povo
para manter o conflito, tanto dentro de suas fronteiras quanto com os
países árabes vizinhos, o que permitiu aos Illuminati-Rothschilds
controlar o chamado "Arco da Crise" no Oriente Médio por meio
do dividir, governar e conquistar. Isso tem permitido a eles, não
menos, controlar os países produtores de petróleo desde a guerra
quando o petróleo realmente tornou-se importante.
POR
FAVOR, POVO JUDEU DE ISRAEL E DO MUNDO, VEJAM ISSO.
VOCÊS
ESTÃO SENDO JOGADOS CONTRA AS RAÇAS NÃO JUDIAS E VISA-VERSA.
VOCÊS E TODOS NÓS QUE NOS IMPORTAMOS COM NOSSAS CRIANÇAS E A
LIBERDADE DO MUNDO DEVEMOS NOS UNIR E NOS FOCAR NA FORÇA QUE ESTÁ
TOCANDO TODAS AS PESSOAS COMO UM VIOLINO. MEDO UNS DOS OUTROS E O
DIVIDIR E COMANDAR TÊM SEMPRE SIDO AS FERRAMENTAS BÁSICAS DE
DITADORES, GLOBAIS OU NÃO.
E EU DIGO
ISSO AO POVO ÁRABE:
NUNCA,
NUNCA, NUNCA, OS ROTHSCHILDS E OS ILLUMINATI CONTROLAM APENAS UM
LADO EM UM CONFLITO. SE ELES O FIZESSEM ELES NÃO PODERIAM TER CERTEZA
DO RESULTADO E ESSA NÃO É A FORMA QUE ELES JOGAM O JOGO. EM CADA
CONFLITO IMPORTANTE ELES CONTROLAM AS LIDERANÇAS DE TODAS AS FACÇÕES,
MESMO QUE ELES POSSAM BATALHAR ENTRE ELES NO PALCO PÚBLICO.
ENTÃO
NÓS SABEMOS QUEM CONTROLA A LIDERANÇA JUDIA EM ISRAEL. OS ROTHSCHILDS
E OS ILLUMINATI.
MAS QUEM,
PORTANTO, CONTROLA YASSER ARAFAT? EU VOU DAR UM PALPITE.
AS MESMAS
PESSOAS QUE CONTROLARAM MENACHEM BEGIN DE ISRAEL E O PRESIDENTE SADAT DO
EGITO DURANTE O "ACORDO DE PAZ" DA PRESIDÊNCIA DE CARTER.
BEGIN, SADAT E CARTER, ERAM TODOS FANTOCHES DOS ILLUMINATI, COMO A
LIDERANÇA DE ISRAEL, ARAFAT, E CLINTON SÃO HOJE. É UMA FARSA, UMA
SIMULAÇÃO, APENAS UM FILME PARA CONSUMO PÚBLICO.
O QUE
ESTÁ FEITO ESTÁ FEITO E O POVO DE ISRAEL-PALESTINA PRECISAM TRABALHAR
E VIVER JUNTOS EM HARMONIA E RESPEITO MÚTUO. NÃO HÁ OUTRA MANEIRA,
EXCETO MAIS MORTES, MAIS SOFRIMENTO, MAIS CONFLITO - EXATAMENTE O QUE OS
ILLUMINATI E OS ROTHSCHILDS QUEREM. ELES TÊM PLANOS TERRÍVEIS PARA
ISRAEL NOS QUAIS TODOS OS LADOS VÃO SOFRER, PRINCIPALMENTE SEUS
PLANOS PARA UM GRANDE EVENTO NO TEMPLO MONTE MOSQUE, O LOCAL DO CHAMADO
"TEMPLO DE SALOMÃO" CONFORME O SISTEMA DE CRENÇA JUDAICO.
VAMOS LÁ
POVOS DO MUNDO, NÃO IMPORTA A SUA RAÇA, COR OU CULTURA. NÃO IMPORTA
SUA CRENÇA RELIGIOSA OU SUA ROTAÇÃO DE VIDA. A LIBERDADE, O QUE SOBRA
DELA, ESTÁ EM JOGO PARA TODOS NÓS E ENQUANTO NÓS ESTAMOS DIVIDIDOS
NESSES SOLOS IRRELEVANTES, ESSA LIBERDADE ESTÁ CONDENADA.
VAMOS
TRABALHAR JUNTOS
ENQUANTO
AINDA HÁ TEMPO.
A
GUERRA TERMINA QUANDO NÓS QUISERMOS.
O
MUNDO É O QUE PERMITIMOS QUE ELE SEJA.
NÓS
QUEREMOS MUDAR O MUNDO. OK,
MUDEMOS
A NÓS MESMOS.
POR
FAVOR DIVULGUEM ESSE ARTIGO O MAIS AMPLAMENTE POSSÍVEL.
OBRIGADO.
DAVID
ICKE
NOTA: O livro, "The
Bloodlines of the Illuminati" (As Linhagens Genéticas da
Illuminati), de Fritz Springmeier é uma outra excelente fonte de
informação sobre esses assuntos.
Blood Lines of the Illuminati by Fritz Springmeier
(Agosto de 2001 - este livro está fora de catálogo)
Blood Lines of the Illuminati by Fritz Springmeier
(Agosto de 2001 - este livro está fora de catálogo)
(Traduzido
do site http://www.davidicke.com/icke/articles/hitler.html)
Traduzido
por Andrea - andrea@umanovaera.com
Créditos: Uma Nova Era
Links Relacionados
A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA
O Sonho Americano
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
O Campo Magnético da Terra / Earth's Force Field (2009) *MVGroup*

Sinopse:
O campo magnético da Terra, o protetor de toda a vida no
planeta está sob ataque constante de radiação cósmica mortal. Este escudo
invisível sob o qual vivemos está enfraquecendo em uma região sobre o Atlântico
Sul, deixando-a exposta à radiação potencialmente letal. Estaria a Terra
perdendo seu campo magnético, condenada a um destino semelhante ao de Marte?
Muitos cientistas acreditam que a resposta está nos dados paleomagnéticos, e
que esse enfraquecimento pode ser precursor de uma inversão do campo magnético;
um processo cíclico e lento. No entanto, os seres humanos não estavam por aqui
quando a última inversão ocorreu, então o que isso significa para a vida?
Trailer (Legendado)
Dados do
Arquivo:
Direção: Caius
Julyan
Qualidade:
TVRip
Áudio:
Inglês
Legenda:
Português
Tamanho:
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Formato: AVI
Servidor:
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Download (RS):
Créditos Docsprimus
Link interessante: Os Segredos do Sol
sábado, 22 de setembro de 2012
A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA

A maior fraude da história
Nehemias Gueiros Jr *
FONTE: Jornal Pravda
"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis."
Mayer Amschel (Bauer) Rothschild
Mayer Amschel (Bauer) Rothschild
Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o
senhor absoluto de toda a indústria e comércio, e quando percebemos que a
totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de
outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que
nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão."
James Garfield
presidente americano, 1881.
Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A.C., quando pela primeira vez** tem-se registro da "usura". Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia.
Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A.C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.
Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacrílega de Israel e também acabou morto na cruz.
Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, e com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica de Aristóteles e São Tomás de Aquino, afirmou que "o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida." De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os "castigos" e as "bênçãos" do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.
Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou "empréstimo baseado em reserva fracional" ou "empréstimo sem cobertura ou lastro". Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados "ciclos econômicos", nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.
A prática do "empréstimo sem lastro" continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes — na realidade meros agiotas — perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.
O usuário e a sua mulher - Quentin Matsys, 1514 - Óleo sobre madeira - Museu do Louvre - Paris
O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people’s bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.
Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.
James Garfield
presidente americano, 1881.
Poucas semanas após proferir estas palavras (da segunda citação), dirigidas aos moneychangers, o presidente Garfield foi assassinado. E não foi o único presidente norte-americano morto por eles, como veremos adiante. Para podermos entender melhor quem são os moneychangers (ou argentários), é necessário retornar no tempo até cerca de 200 A.C., quando pela primeira vez** tem-se registro da "usura". Entre as várias definições do Aurélio para usura encontramos juro exorbitante, exagerado, lucro exagerado, mesquinharia.
Dois imperadores romanos foram assassinados por terem pretendido implantar leis de reforma limitando a propriedade privada de terras ao máximo de 500 acres e liberando a cunhagem de moedas, que era feita pelos especuladores. Em 48 A.C., Júlio César recuperou o poder de emitir moeda, tornando-o disponível para qualquer um que possuísse ouro ou prata. Também acabou assassinado. Em seguida, as pessoas comuns perderam suas casas e seus bens, da mesma forma como temos assistido acontecer na crise americana das hipotecas.
Na época de Jesus, há dois mil anos, o Sanhedrin (a Suprema Corte da antiga Israel) controlava o povo através da cobrança de taxas representadas pelo pagamento de meio shekel. Vários historiadores estimam que os cofres dessa corte continham vários milhões de dólares em dinheiro de hoje. O povo judeu, totalmente oprimido e controlado pelo Sanhedrin, vivia escravizado pelos dogmas da religião imposta por esses líderes. Como todos sabemos, Jesus foi o primeiro a ousar desafiar esse poder e expor a conduta sacrílega de Israel e também acabou morto na cruz.
Nos séculos seguintes, os moneychangers continuaram a expandir a arte da usura em todos os segmentos da vida, criando expansões e contrações financeiras, de geração em geração enfrentando monarcas e líderes políticos que queriam erradicá-la. Sempre em vão. A cada bem-sucedida (e rara) tentativa de eliminá-la, a usura voltava com mais força ainda, respaldada pela ganância e o poder dos fortes e ricos contra os fracos e pobres. Na Idade Média, o Vaticano proibiu a cobrança de juros sobre os empréstimos, e com base nos ensinamentos e na doutrina eclesiástica de Aristóteles e São Tomás de Aquino, afirmou que "o propósito do dinheiro é servir à sociedade e facilitar a troca de bens necessária à condução da vida." De nada adiantou, eis que a própria Igreja conspirava com o Estado para acumular dinheiro e poder através dos séculos e controlar os oprimidos com os "castigos" e as "bênçãos" do Todo Poderoso. Os argentários usavam os juros para praticar a usura, que hoje é consagrada por lei através da prática bancária. Já naquela época, vários religiosos e teólogos condenavam a escravização econômica resultante da usura mas como podemos observar a situação mudou muito pouco nos últimos 500 anos.
Na medida em que a usura foi se instalando em todas as camadas sociais, os moneychangers foram ficando cada vez mais ousados em suas manipulações financeiras e foi assim que surgiu o famigerado conceito do fractional reserve lending, ou "empréstimo baseado em reserva fracional" ou "empréstimo sem cobertura ou lastro". Embora de enunciado complexo, a prática é muito simples. Significa emprestar mais dinheiro do que se tem em caixa e transformou-se na maior fraude de todos os tempos, principal responsável pela vasta pobreza que assola o mundo até hoje e pela redução sistemática do valor do dinheiro. A descrição dos economistas sobre os chamados "ciclos econômicos", nada mais é do que a identificação dos períodos de expansão e retração determinados pelos bancos em todo o mundo, através do fractional reserve lending. Eles simplesmente adotaram as regras do passado e continuaram a praticá-las até hoje.
A prática do "empréstimo sem lastro" continuou se expandindo antes mesmo do surgimento dos bancos, alimentada pelos ourives e mercadores de ouro e prata, que guardavam os metais nobres da população em custódia para não serem roubados. Logo esses negociantes — na realidade meros agiotas — perceberam que a maioria das pessoas morria e não voltava para buscar seus bens, legando-os à herança familiar. Foi quando começaram a emprestar dinheiro a juros, geralmente em quantias muito superiores ao ouro e prata que possuíam guardados em custódia. O recibo da custódia foi provavelmente o primeiro embrião do dinheiro de papel que temos hoje, pois com ele, a pessoa podia adquirir mercadorias e bens no grande mercado. Com a contínua expansão desse negócio ilícito e usurário, logo os moneychangers puderam abrir lojas específicas para empréstimos, advindo daí a origem dos bancos modernos.
O usuário e a sua mulher - Quentin Matsys, 1514 - Óleo sobre madeira - Museu do Louvre - Paris
O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people’s bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.
Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.
No início do século XVIII, cerca de 50 anos depois que o Banco da
Inglaterra já estava operando, um alemão chamado Amshel Moses Bauer1,
ourives e agiota que vivia em Frankfurt, na Alemanha, começou um negócio
a que denominou de Rothschild, pois a insígnia na porta da sua loja era
uma águia romana sobre um escudo vermelho. Rothschild significa "escudo
vermelho" em alemão. O negócio prosperou e em 1743 ele mudou seu
próprio nome para Amshel Moses Rothschild. Ele tinha cinco filhos e, ao
atingirem a maioridade, ele enviou cada um a uma capital comercial da
Europa para emprestar dinheiro a juros, principalmente às monarquias e
reinos. O mais velho, Amschel, ficou em Frankfurt; Solomon foi para
Viena; Nathan para Londres, Jacob para Paris e Carl para Nápoles. Assim
foram plantadas as sementes que permitiram à mais poderosa e rica
família da história do mundo reinar nos séculos seguintes da evolução da
humanidade, com o único propósito de lucro e poder, seja qual fosse o
custo. Gerações seguidas dos Rothschild e seus correligionários exercem —
e continuam exercendo — poder sobre a sociedade mundial, utilizando-se
da antiga prática da usura e do fractional reserve lending.
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia.
Foi durante a Guerra Civil americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado pois vários altos funcionários do governo americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.
Já donos de uma fortuna incalculável obtida com os empréstimos a todos os países europeus os Rothschild se envolveram vigorosamente nos financiamentos ao governo inglês para as colônias da América, acabando por indiretamente causar a independência americana quando restringiram o crédito e aumentaram salgadamente as taxas cobradas aos pilgrims. Mesmo após a independência, logo implantaram o modelo de banco central no Novo Continente, para expandir ainda mais os seus lucros. Durante a primeira metade do século XIX nos Estados Unidos, pelo menos três vezes os opositores do sistema agiotário lograram êxito em fechar o banco, entre eles os presidentes James Madison e Andrew Jackson, mas ele sempre ressurgia.
Foi durante a Guerra Civil americana que os conspiradores lançaram o seu mais bem-sucedido esforço nesse sentido. Judah Benjamin, principal assessor de Jefferson Davis (na época presidente dos Estados Confederados da América), era um agente dos Rothschild. A família plantou assessores no gabinete do presidente Abraham Lincoln e tentou vender-lhe a idéia de negociar com a Casa de Rothschild. Lincoln desconfiou de suas intenções e rejeitou a oferta, tornando-se inimigo figadal da família e acabou assassinado a tiros num teatro. Investigações sobre o crime revelaram que o assassino era membro de uma sociedade secreta cujo nome jamais foi revelado pois vários altos funcionários do governo americano eram membros. O fim da guerra civil abortou temporariamente as chances dos Rothschild de por as mãos no sistema monetário dos Estados Unidos, como já faziam com a Inglaterra e todos os países da Europa. Mas apenas temporariamente.
Anos depois, um jovem imigrante, Jacob H. Schiff, chegou a Nova Iorque.
Nascido em uma das casas dos Rothschild em Frankfurt, ele chegou à
América com um objetivo definido: comprar ações de um grande banco para
gradualmente adquirir o controle sobre o sistema financeiro americano.
Schiff comprou quotas de participação numa empresa chamada Kuhn &
Loeb, uma famosa casa privada de financiamentos. Entretanto, para
cumprir sua missão, ele precisaria obter a cooperação de "peixes
grandes" do segmento bancário norte-americano. Tarefa difícil para o
humilde jovem alemão oriundo dos subúrbios de Frankfurt. Mas Schiff
tinha trunfos: ele era enviado dos Rothschild e ofereceu ações européias
de alto valor para distribuição no mercado americano. Foi no período
pós-guerra civil que a indústria americana efetivamente começou a
florescer para se transformar no colosso da atualidade.
Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas de ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.
Com a decretação da paz e a expansão para o Oeste, havia estradas de ferro para construir, ligando as duas costas continentais do país, além da nascente prospecção petrolífera, das siderúrgicas e das empresas têxteis, para citar apenas algumas. Tudo requeria financiamento e não havia dinheiro suficiente no jovem país do Norte. A Casa de Rothschild ponteava no cenário europeu e tinha recursos abundantes, resultado da vigorosa especulação financeira empreendida em todos os centros comerciais da Europa nos 150 anos anteriores, emprestando dinheiro a monarcas, governos e parlamentares.
O jovem Schiff rapidamente se tornou padrinho de homens como John D.
Rockefeller, Andrew Carnegie e Edward Harriman. Com o dinheiro dos
Rothschild, ele financiou a Standard Oil Company (hoje a poderosa ESSO,
acrônimo das duas letras que formavam a abreviação da empresa em inglês:
S.O.
– leia-se ESSO), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no estado americano da Pennsylvania como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers2, Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles desde aquela época controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o "chefe" do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim foi preparado o bote sobre o sistema financeiro americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.
Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending ("empréstimo sem lastro"), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse3.
– leia-se ESSO), as ferrovias Union Pacific Railroad e Southern Pacific Railroad e o império do aço de Carnegie, com sua Carnegie Steel Company, que consagrou a cidade de Pittsburgh, no estado americano da Pennsylvania como a capital mundial do aço. Foi apenas uma questão de tempo para Jacob Schiff deter o controle da comunidade bancária de Wall Street, em Nova Iorque, que já incluía os Lehman Brothers2, Goldman-Sachs e outros grupos internacionais até hoje atuantes no mercado financeiro, todos eles desde aquela época controlados pelos Rothschild. É possível resumir a situação de forma bem simples: Schiff era o "chefe" do mercado financeiro de Nova Iorque e controlava o dinheiro dos Estados Unidos. Assim foi preparado o bote sobre o sistema financeiro americano. Com seus cinco filhos firmemente encastelados em todos os centros financeiros da Europa, a família Rothschild logo ascendeu à posição de mais rica família do planeta. Esta situação persiste até hoje, embora eles professem uma postura de discrição, avessa à mídia e à divulgação. Nenhuma família ou grupo empresarial possui tanto poder e controle financeiro em todos os países do mundo como os Rothschild. E isto há 250 anos.
Sua fabulosa fortuna foi conseguida através da prática do fractional reserve lending ("empréstimo sem lastro"), que consistia em multiplicar o dinheiro a partir das vastas somas de dinheiro depositadas pelas pessoas em suas casas de custódia (brokerage and escrow houses) espalhadas pela Europa através do empréstimo de dinheiro de papel a monarcas e governos. Uma de suas práticas mais determinadas era a de financiar os dois lados de uma guerra, garantindo assim, no mínimo, a duplicação de seus lucros com os juros cobrados, vencesse quem vencesse3.
Os moneychangers não se aliavam a determinado partido ou tendência
política; para eles só existia a finalidade do lucro. Em algum tempo, a
família Rothschild tomou conta de todos os bancos centrais do mundo —
voltados unicamente para o lucro e não para a administração da economia
dos seus respectivos países — e com a inteligente operação de sua
inesgotável fortuna tornaram-se agentes determinantes na criação dos
Estados Unidos da América, que viria a se tornar o pais mais rico e
poderoso do mundo. Não se trata de mera coincidência, pois foi a
opressão inglesa sobre o Novo Mundo com a cobrança de taxas pelo Banco
da Inglaterra que acabou por desencadear a revolução que criou os EUA.
Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do século XVIII, artífice da aliança com a França que auxiliou a independência americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): "É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém".
O controle do sistema monetário dos E UA está totalmente investido no Congresso Americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o congresso americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.
Benjamim Franklin, inventor, cientista, político e diplomata do século XVIII, artífice da aliança com a França que auxiliou a independência americana, afirmou o seguinte ao Banco da Inglaterra, que tencionava financiar a nova república americana através da estratégia da usura (fractional reserve lending): "É muito simples. Aqui nas colônias nós emitimos nossa própria moeda, que se chama Colonial Script4. Emitimo-la na exata proporção das necessidades do comércio e da indústria, para tornar os produtos mais móveis entre os produtores e os consumidores. Desta forma, criando nosso próprio dinheiro de papel, controlamos o seu poder de compra e não precisamos pagar juros a ninguém".
O controle do sistema monetário dos E UA está totalmente investido no Congresso Americano, eis por que Jacob Schiff seduziu os parlamentares a bypassar a Carta Magna estadunidense e passar esse controle aos moneychangers. Para que essa transição fosse integralmente bem-sucedida e a população do país não pudesse fazer nada a respeito, seria necessário que o congresso americano promulgasse uma peça de lei específica. Como conseguir isso? Através de um presidente sem moral e sem escrúpulos, que assinasse o projeto de lei.
Nos quase 200 anos que se passaram entre a independência americana e a
criação do Federal Reserve Bank (Banco Central dos Estados Unidos),
popularmente conhecido como "Fed", várias vezes a família Rothschild
tentou controlar a emissão de moeda nos EUA. Em cada tentativa, eles
procuraram estabelecer um banco central privado, operando apenas com a
finalidade de lucro e não para administrar ou proteger a economia
americana. Cada uma dessas tentativas até 1913 foi oposicionada por
políticos decentes e honestos, a maioria dos quais acabou assassinada
por encomenda dos moneychangers.
O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o congresso americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.
O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:
O Fed começou a operar com cerca de 300 pessoas e outros bancos que adquiriram quotas de US$ 100.00 (a empresa é fechada, não negocia ações em bolsa) e se tornaram proprietários do Federal Reserve System. Criaram uma mastodôntica estrutura financeira internacional com ativos incalculáveis, na casa dos trilhões de dólares. O sistema FED arrecada bilhões de dólares em juros anualmente e distribui os lucros aos seus acionistas. Some-se a isso o fato de que o congresso americano concedeu ao FED o direito de emitir moeda através do Tesouro Americano (Dept. of the Treasury) sem cobrança de juros. O FED imprime dinheiro sem lastro, sem qualquer cobertura, e empresta-o a todas as pessoas através da rede de bancos afiliados, cobrando juros por isso. A instituição também compra dívidas governamentais com dinheiro impresso sem lastro e cobra juros ao governo americano que acabam incidindo sobre as contas do cidadão comum pagador de impostos.
O Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) é, na realidade, a ponta-líder de um conglomerado de bancos internacionais e pessoas físicas unicamente dedicados a perseguir o lucro, todos a seguir identificados, o que constituiu a revelação de um dos maiores segredos dos últimos 100 anos:
Rothschild Bank of London
Warburg Bank of Hamburg
Rothschild Bank of Berlin
Lehman Brothers of New York (*)
Lazard Brothers of Paris
Kuhn Loeb Bank of New York
Israel Moses Seif Banks of Italy
Goldman, Sachs of New York
Warburg Bank of Amsterdam
Chase Manhattan Bank of New York
First National Bank of New York
James Stillman
National City Bank of New York
Mary W. Harnman
National Bank of Commerce, New York
A.D. Jiullard
Hanover National Bank, New York
Jacob Schiff
Chase National Bank, New York
Thomas F. Ryan
Paul Warburg
William Rockefeller
Levi P. Morton
M.T. Pyne
George F. Baker
Percy Pyne
Mrs. G.F. St. George
J.W. Sterling
Katherine St. George
H.P. Davidson
J.P. Morgan (Equitable Life/Mutual Life)
Edith Brevour
T. Baker
(*) A Lehman Brothers pediu concordata em setembro de 2008, através da Seção Onze do U.S. Bankruptcy Code (Chapter Eleven)
Veio o Vigésimo Século e os moneychangers, sempre representados pelos
Rothschilds e seus áulicos, já estavam firmemente estabelecidos com seus
bancos centrais e sua prática do fractional reserve lending (empréstimo
sem lastro) em todas as grandes capitais européias. Era a hora de
devotar atenção total aos Estados Unidos da América, a nova nação
emergente do mundo. Ainda não existia um banco central americano, pois
as várias tentativas de estabelecê-lo ao longo do século XIX foram
infrutíferas.
Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.
O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: "Todos os nossos problemas econômicos seriam solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país." Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.
O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou: "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias." Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan.
Finalmente, em 23.12.1913, durante um recesso de Natal do congresso em que apenas três senadores retornaram à capital, Washington, para votar, foi perpetrado um dos maiores atos de vilipêndio contra o povo americano de que se tem notícia. Sob a presidência de Woodrow Wilson, um democrata que chegou ao cargo alardeando a bandeira de nunca permitir a criação de um banco central, foi promulgado o Federal Reserve Act (Ato da Reserva Federal), que instituiu um banco central privado, "disfarçado", não apenas para dominar a emissão de moeda mas também para cobrar juros sobre essa emissão. Nada mais do que a milenar prática da usura. Uma verdadeira quadrilha estava em ação naquela época, dedicada a alimentar o sucesso da prática do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro), que incluía J.P. Morgan (John Pierpont Morgan)5 e que serviria de fundamento para a passagem tranqüila da legislação que criou o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Todos foram escolhidos a dedo pelos Rothschild e preparados para esse desfecho em 1913. Já famoso e muito rico, J.P. Morgan, que circulava com desenvoltura em todos os altos escalões do governo americano, começou a procurar um futuro presidente que apoiasse as idéias dos moneychangers de criar um banco central privado, com a finalidade primígena de lucro. Foi assim que conheceu Woodrow Wilson, então reitor da universidade de Princeton, no estado de Nova Jérsei.
O Federal Reserve System foi o desdobramento direto dessa aproximação de Morgan com Woodrow Wilson, mesmo diante das várias e infrutíferas tentativas de criar um banco central nos EUA ao longo do século XIX e que resultaram em pelo menos dois presidentes assassinados por oporem-se a essa idéia. O simples apoio de Wilson às idéias dos moneychangers constituiu um ato de alta traição. Um dos comentários públicos de Wilson sobre o assunto teria sido o seguinte: "Todos os nossos problemas econômicos seriam solucionados se apontássemos um comitê de seis ou sete figuras públicas e homens espirituosos como J.P. Morgan para cuidar dos assuntos de nosso país." Essa assertiva confirmou as circunstâncias da verdadeira usurpação que os moneychangers estavam prestes a praticar para adquirir o controle fiscal e monetário dos Estados Unidos.
O deputado republicano Charles A. Lindbergh, do estado de Minnesota, declarou: "Aqueles que não simpatizam com o poder financeiro dessa turma serão banidos dos negócios e a população será atemorizada com as mudanças nas leis bancárias e monetárias." Os inocentes cidadãos americanos foram mais uma vez tragados para a noção da criação de um banco central e a conseqüente escravização econômica. O senador Nelson Aldrich, de Rhode Island, se tornou o líder da National Monetary Commission, composta de moneychangers fiéis a J.P. Morgan.
A finalidade desta comissão era estudar e recomendar ao congresso
americano mudanças no sistema bancário do país para eliminar quaisquer
problemas que surgissem da oposição à intenção primordial de lucro
financeiro. O senador Aldrich era o porta-voz das mais abastadas
famílias da América, estabelecidas na costa leste. Sua filha casou-se
com John D. Rockefeller Junior e deles nasceram cinco filhos: John,
Nelson (que se tornou vice-presidente em 1974), Lawrence, Winthrop e
David, depois dono e chairman do Chase Manhattan Bank. Assim que a
comissão foi instalada, o senador Aldrich embarcou num tour de dois anos
pela Europa, para consultas com os bancos centrais do velho continente
(Inglaterra, França e Alemanha). Somente a viagem custou aos cofres
públicos americanos cerca de US$ 300,000.00, uma soma fabulosa para
aqueles tempos.
Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500,000.00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co. para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.
Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.
Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao congresso americano uma nova legislação bancária, não teríamos a menor chance de sua aprovação."
A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros novaiorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro." John Rockefeller disse a respeito: "A competição é um pecado, temos que demovê-lo."
O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.
Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de Iowe you, "eu devo a você"). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para criar dinheiro do nada:
O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada.
O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.
Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia. Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.
Mas a duvida persiste: como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda? Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers.
Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz: empresta dinheiro ao governo americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.
Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, deprivando-as de todo o seu patrimônio até o dia em que seus filhos acordem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram."
Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.
A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929.
A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (board of governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo.
Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill ("lei Aldrich") que logo foi apelidada pelo público como Banker’s Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: "O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo americano para representar o povo no congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital."
A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de "doutrinar" Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de "fingir" que oposicionavam a lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: "A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do "banco do rei", nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.
Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: "Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros."
Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição americana, tal como foi redigida, não apenas precluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor.
O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed americano, que "dita as regras" para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.
Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.
Em 1895 a Suprema Corte americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no congresso para provar que a nova taxação era necessária. E sucedeu. Seus colegas congressistas acederam, sem se dar conta de que haviam votado o "elo perdido" do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de "bancos centrais privados".
Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao público.
Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.
Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários.10
Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.
Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.
A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.
Dez anos depois do crash, em 1939, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos americanos como primeira potência mundial mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.
A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano.
Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.
Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime e depois com o desmantelamento da "bolha" de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade? Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos? Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.
Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião. Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações? Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?
Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde. Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes X fracos e ricos X pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim. É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.
Observe a ladina estratégia da ganância e da cobiça, e as perversas táticas da usura e da agiotagem:
"O mundo já está preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller
1991.
Até quando ? ...
Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?
De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?
Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?
Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?
Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?
Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?
A.B.
NOTAS E REFERÊNCIAS
Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer em notas de rodapé, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época, ou diretamente pela Internet através de ferramentas de busca como o Google e outros.
1 Pai de Mayer Amschel [Bauer] Rothschild, autor da afirmação que abre o texto acima.
2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.
3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave "Waterloo" + "Nathan Rothschild". É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.
4 Veja no Google, sempre entre aspas para "focar" a pesquisa.
5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.
6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.
7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda americana.
8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: "Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país".
9 Do presidente James Madison (quarto presidente americano): "A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda".
10 A propósito, leia sobre "A República de Weimar", período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pela altas taxas cobradas dos países aliados vencedores do conflito.
* Nehemias Gueiros Jr. é advogado especializado em Direito Autoral e CyberLaw, Professor da Fundação Getúlio Vargas/RJ., Professor da pós-graduação da Escola Superior de Advocacia da OAB/RJ e Consultor Jurídico do site CONJUR (www.conjur.com.br) Rio de Janeiro - BRASIL.
** Cabe aqui uma pequena retificação, pois há documentos e registros da usura e da ganância judias que remontam até trezentos anos antes da data referida pelo autor.
FONTE: http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/fraudegananciaeusura.html
Logo após seu retorno em 1910, Aldrich reuniu-se com alguns dos mais ricos e poderosos homens americanos em seu vagão ferroviário privativo e todos partiram secretamente para uma ilha na costa do estado da Geórgia, Jekyll Island. Junto com eles viajou um certo Paul Warburg, que recebia um salário de US$ 500,000.00 anuais pago pela empresa Kuhn, Loeb & Co. para conseguir a aprovação da lei de criação do banco central americano e era sócio de ninguém menos do que o alemão Jacob Schiff, neto do homem que se associou à família Rothschild em Frankfurt. Na época, Schiff estava envolvido na derrubada do czar russo, empreitada que custou uns US$ 20 milhões e iniciou a revolução bolchevique que desaguaria na União Soviética.
Essas três famílias financeiras européias, os Rothschilds, os Schiffs e os Warburgs estavam todas ligadas pelo matrimônio ao longo dos anos, assim como os Rockefellers, Morgans e Aldrichs nos EUA. O segredo desta reunião insular na Geórgia foi tão grande que os participantes foram instruídos a usar somente seus primeiros nomes para evitar que serviçais e criados descobrissem suas verdadeiras identidades.
Anos depois, um dos participantes dessa secretíssima reunião, Frank Vanderlip, presidente do National City Bank of New York e representante e protegé da família Rockefeller, confirmou a realização do evento. Citado numa reportagem do jornal Saturday Evening Post de 09.02.1935 ele disse: "Eu me portei secretamente e furtivamente como qualquer conspirador. Nós sabíamos que se vazasse qualquer informação de que estávamos impondo ao congresso americano uma nova legislação bancária, não teríamos a menor chance de sua aprovação."
A idéia principal da reunião em Jekyll Island era desdobrar a intenção principal de reintroduzir um banco central privado para controlar o dinheiro dos Estados Unidos. Não para o povo americano, mas para os moneychangers da Europa e de Nova Iorque. A atração do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) era simplesmente irresistível para os gananciosos argentários. Essa conspiração dos banqueiros privados americanos para seqüestrar a economia americana se tornava cada vez mais importante diante da competição dos pequenos bancos estatais do país. Como o próprio senador Aldrich diria anos depois: "Antes da promulgação do Federal Reserve Act (em 1913) os banqueiros novaiorquinos dominavam apenas as reservas monetárias de Nova Iorque. Agora controlamos as reservas do país inteiro." John Rockefeller disse a respeito: "A competição é um pecado, temos que demovê-lo."
O crescimento da economia americana prosperou e as grandes corporações do país começaram a se expandir a partir de seus fabulosos lucros. Como os moneychangers não possuíam voz ativa sobre essa expansão, que se processava em nível corporativo longe de seus tentáculos pois a indústria estava se tornando independente deles, algo tinha que ser feito para mudar a situação. O nome do banco central americano consagrado naquela reunião secreta de Jekyll Island, na Geórgia, Federal Reserve Bank, foi escolhido para dar a impressão de que a instituição era pública, sem fins lucrativos e para administrar a economia americana em nome dos cidadãos contribuintes. Ledo engano. O nome foi apenas uma cortina de fumaça para esconder a intenção monopolista e opositora à concorrência da nova instituição, que tinha a exclusividade de imprimir as cédulas do dinheiro americano, criando dinheiro do nada, sem quaisquer lastro ou reservas e emprestando-o às pessoas sob juros.
Mas como é mesmo que o Fed cria dinheiro do nada? Comecemos com os bonds, ou letras do tesouro. São promessas de pagamento (ou IOUs, no acrônimo em inglês, originado de Iowe you, "eu devo a você"). As pessoas compram esses títulos para garantir uma taxa de juros segura no resgate futuro. Ao final do prazo do papel, o governo repaga o valor principal mais juros e o título é destruído. Atualmente existem cerca de US$ 5 trilhões desses papéis em poder do público. Agora, eis os quatro passos adotados pelo banco central americano para criar dinheiro do nada:
O Federal Open Market Committee (Comitê Federal do Mercado Aberto) aprova a compra de letras do Tesouro Americano no mercado aberto. Esses títulos são comprados pelo banco central americano, o Federal Reserve Bank. O Fed paga pelos títulos com créditos eletrônicos emitidos em favor do banco vendedor. Esses créditos não têm origem, não possuem qualquer lastro. O Fed simplesmente os cria e os bancos utilizam esses depósitos como reservas. Como segundo a prática do fractional reserve banking6 ou FRB, os bancos podem emprestar dez vezes mais do que o valor efetivo de suas reservas e sempre a juros, rapidamente eles conseguem produzir dinheiro do nada quando os tomadores começam a pagar os seus empréstimos. Que por sua vez surgiram do nada.
O sistema FRB permite aos bancos não ter lastro em caixa equivalente aos depósitos dos clientes, vale dizer, se todos os correntistas resolvessem sacar o seu dinheiro o banco não teria como pagá-los, como aconteceu no crash da bolsa de Wall Street em 1929, do qual os moneychangers foram os únicos beneficiários e retomaram todas as propriedades e os bens do povo americano para revendê-los nos anos seguintes com grande lucro.
Desta forma, se o Fed adquirir, digamos, US$ 1 milhão em títulos, este valor se transformará automaticamente em US$ 10 milhões, do nada, sem qualquer lastro ou cobertura. O Fed simplesmente aciona sua gráfica e "imprime" os outros US$ 9 milhões e começa a emprestar o dinheiro a juros no mercado, através da rede bancária comercial. Assim, o banco central americano cria 10% do total desse dinheiro novo e os demais bancos criam os 90% restantes. Isto expande a quantidade de dinheiro em circulação e amplia o crédito e o consumo, levando as pessoas a comprarem mais e gastarem mais, inflando as estatísticas de crescimento nacional. Mas a verdadeira intenção desta operação é mais sinistra. Pretende o controle absoluto sobre a economia. Para reduzir a quantidade de moeda circulante e provocar uma recessão, o processo é simplesmente revertido. O Fed vende os títulos ao público e o dinheiro sai dos bancos dos adquirentes. Os empréstimos têm que ser reduzidos em dez vezes o valor da venda porque, como vimos, o Fed criou US$ 9 milhões do nada.
Mas a duvida persiste: como estas operações deliberadas de inflação e deflação beneficiaram os grandes banqueiros privados que se reuniram secretamente em Jekyll Island para planejar a monopolização do sistema monetário americano e dominar a emissão de moeda? Simples. Modificou radicalmente a reforma bancária realmente necessária para criar um sistema de financiamento público livre de dívidas, como os greenbacks7 do pres. Abraham Lincoln, representados por papel-moeda impresso e emitido pelo governo americano durante a Guerra Civil americana (1861-1865), um conflito entre os estados do norte contra os do sul. Lincoln, tal como seus antecessores Jackson8 e Madison9, era radicalmente contra o estabelecimento de um banco central, pois já conhecia a estratégia dos moneychangers.
Ele favorecia a emissão da moeda nacional diretamente pelo Tesouro, um departamento cuja função era exatamente essa, a de atuar como administrador da corrência do país. Quando o Tesouro emite moeda, cada dólar impresso vale exatamente isso: um dólar, pois nasce consagrado pela confiança da população e pela certeza de que o dinheiro está sendo emitido sem especulação, sem incidência de juros. O dinheiro emitido pelo Federal Reserve, por outro lado, é exatamente o oposto. Traz embutidos juros e tem a intenção firme de lucrar ao ser "emprestado" ao governo, pois é isso o que o banco central faz: empresta dinheiro ao governo americano a juros. Em outras palavras, a tão propalada missão de "guardião da moeda", e "banco do povo", conceitos consagrados lá atrás através da criação do Banco da Inglaterra, nada mais é do que lucrar a qualquer custo e ainda controlar a emissão de moeda de um país. A estrutura do banco central favorece a centralização da oferta de moeda nas mãos de algumas poucas pessoas, com pouquíssimo controle político exercido pelo governo estabelecido.
Desde a proclamação da independência americana que políticos sérios e comprometidos com o desenvolvimento e o bem-estar da população da América se insurgiram contra os moneychangers. Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, deprivando-as de todo o seu patrimônio até o dia em que seus filhos acordem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram."
Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.
A criação do Federal Reserve Bank em 1913, consolidou definitivamente o controle dos moneychangers sobre o sistema financeiro americano, impedindo o retorno de uma política monetária de financiamento público livre de dívidas como os greenbacks de Lincoln e permitindo aos banqueiros criar 90% do dinheiro dos Estados Unidos baseado apenas no conceito de fractional reserves (reservas fracionais, sem lastro que garantisse a totalidade dos recursos) e emprestá-lo a juros. Menos de duas décadas após sua criação, a grande contração de crédito realizada pelo Fed no início dos anos 30 do século XX causaria a Grande Depressão de 1929.
A independência do Banco Central americano só aumentou desde então, através da promulgação de inúmeras novas leis. A estratégia para enganar o público e fazê-lo pensar que o Fed era controlado pelo governo foi a criação de uma junta governante (board of governors) apontada pelo presidente do país e aprovada pelo senado. Os banqueiros tinham apenas que garantir que seus correligionários fossem os escolhidos para a junta, o que não era difícil, já que os banqueiros tinham dinheiro e dinheiro compra influência política em qualquer lugar do mundo.
Logo após a reunião secreta de Jekyll Island, teve lugar uma verdadeira blitz de relações públicas. Os grandes banqueiros de Nova Iorque criaram um fundo educacional de US$ 5 milhões para financiar professores em universidades americanas importantes, em troca de apoio ao novo banco central. O primeiro a ser cooptado foi justamente Woodrow Wilson, de Princeton, que viria a ser tornar presidente dos EUA. Uma das primeiras ações legislativas dos moneychangers com o novo Fed foi uma lei conhecida como Aldrich Bill ("lei Aldrich") que logo foi apelidada pelo público como Banker’s Bill, pois beneficiava apenas as grandes instituições financeiras. O congressista Lindbergh, pai do famoso aviador Charles Lindbergh que pela primeira vez cruzou o Atlântico sem escalas em 1927 voando num monomotor, disse: "O plano de Aldrich é o plano de Wall Street. Significa novo pânico financeiro, se necessário, para intimidar a população. O político Aldrich, pago pelo governo americano para representar o povo no congresso, em vez disso, está propondo um plano para o grande capital."
A lei não foi aprovada. Os moneychangers então, através dos banqueiros novaiorquinos, financiaram Woodrow Wilson como o candidato democrata à presidência dos EUA. Coube ao filantropo e financista Bernard Baruch a tarefa de "doutrinar" Wilson nesse sentido, em 1912. Tudo estava pronto para o ataque final dos moneychangers europeus ao sistema financeiro do Novo Mundo. Essa luta já vinha desde os tempos da presidência de Andrew Jackson, ferrenho opositor da idéia de um banco central privado. Mas a capacidade de manobra do dinheiro logo se revelaria determinante, quando William Jennings Bryan, assessor de Jackson e vigoroso obstáculo entre os moneychangers e seu objetivo, sem saber da doutrinação empreendida por Baruch, apoiou a candidatura democrata de Wilson. Logo seriam traídos. Durante a campanha presidencial, os democratas tiveram o cuidado de "fingir" que oposicionavam a lei Aldrich. Vinte anos depois, o congressista Louis McFadden, democrata da Pennsylvania, diria: "A lei Aldrich foi abandonada no nascedouro quando Woodrow Wilson foi nomeado candidato à presidência americana. Os líderes democratas prometeram à população que se fossem guindados ao poder não estabeleceriam um banco central para controlar as finanças da nação. Treze meses depois esta promessa foi quebrada e a nova administração do presidente eleito Wilson, sob a égide das sinistras figuras de Wall Street, estabeleceu a monárquica instituição do "banco do rei", nos mesmos moldes do Banco da Inglaterra, para controlar integralmente o sistema monetário dos Estados Unidos da América.
Após a eleição de Wilson, os magnatas J.P. Morgan, Warburg e Baruch apresentaram um novo projeto de lei, que Warburg denominou de Federal Reserve System. O partido democrata ovacionou o projeto, apontando-o como radicalmente diferente da lei Aldrich. Na realidade, a lei era praticamente idêntica em quase todos os seus aspectos. E foi assim que, no dia 22 de dezembro de 1913, às 11h da manhã, com um quorum ínfimo de apenas três senadores e apoiada pelo próprio presidente Woodrow Wilson, o Federal Reserve Act foi aprovado sem dissidências. Naquele mesmo dia, o congressista Lindbergh alertara: "Essa lei estabelece um mastodôntico feudo monetário (money trust) na Terra. Quando o presidente assiná-la, um governo invisível representado pelo poder monetário será legalizado em nosso país. As pessoas podem não perceber imediatamente, mas a verdade virá à tona no futuro. O pior crime legislativo da História está sendo perpetrado por essa lei dos banqueiros."
Esse verdadeiro ato de ganância e traição ao povo americano foi o resultado de uma longa batalha entre os moneychangers da Europa e os políticos americanos honestos. O sistema de fractional reserve lending (empréstimo sem lastro) seria para sempre o desejo dos mercadores, agiotas e usurários e efetivamente nunca mudou desde o início do Renascimento quando começou a ser praticado. Outro ingrediente fundamental dessa equação era a taxação do povo e que foi consagrada na nova lei. A constituição americana, tal como foi redigida, não apenas precluía o governo de editar quaisquer leis (essa prerrogativa cabia somente ao congresso) como também vetava a imposição de quaisquer taxas sobre a população. Apenas os estados podiam criar taxas e emolumentos, como fora o desejo dos founding fathers. A curiosa coincidência é que apenas semanas antes da promulgação do Federal Reserve Act, o congresso havia aprovado uma lei criando o imposto de renda. Até hoje historiadores e estudiosos têm dúvidas se esta lei foi adequadamente ratificada antes de entrar em vigor.
O modelo de banco central criado pelos moneychangers nos Estados Unidos, com fundamento no pioneiro Bank of England, ganharia o mundo no século XX e hoje todos os países do planeta possuem um banco central igual ou similar, baseado num sistema de impostos como garantia do dinheiro que emprestam, a juros, aos governos de seus próprios países, literalmente mantendo esses governos e a população reféns de suas gananciosas políticas monetárias, expandindo e contraindo o crédito como melhor lhes apraz. O líder inconteste dessa atividade é o Fed americano, que "dita as regras" para seus congêneres em redor do mundo, mas o mecanismo é exatamente esse.
Como o Fed é um banco privado, sua intenção primordial é criar grandes dívidas junto ao governo e aplicar juros sobre elas e, como garantia de pagamento, precisa de um sistema de impostos à prova de erros. Desde os primórdios das atividades da família Rothschild na Europa que os moneychangers sabiam que a única garantia real de recuperar os seus empréstimos a reis, monarcas e governos era o direito do devedor de taxar a população.
Em 1895 a Suprema Corte americana considerou inconstitucional uma forma similar de taxação do público. Mais uma vez o senador Aldrich veio em socorro dos moneychangers e empreendeu vigoroso lobby no congresso para provar que a nova taxação era necessária. E sucedeu. Seus colegas congressistas acederam, sem se dar conta de que haviam votado o "elo perdido" do tabuleiro de xadrez dos moneychangers em sua jornada para dominar os Estados Unidos da América no século seguinte, bem como o resto do mundo com seu conceito de "bancos centrais privados".
Em outubro de 1913 o senador Aldrich apresentou novo projeto de lei fiscal no congresso, dando ao governo federal o direito de cobrar impostos, o que era apenas permitido aos estados da união. Para os moneychangers era essencial que o governo federal pudesse taxar a população, sob pena de não conseguirem dar seguimento à estratégia de criação de dívidas crescentes com aplicação de juros. Essa estratégia foi repetida em todos os países do mundo durante o século XX até que todos se tornassem devedores de seus bancos centrais e garantissem os empréstimos através da cobrança de impostos ao público.
Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.
Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários.10
Não é difícil pintar o quadro real desta fraude. O risco que os moneychangers corriam era mínimo, pois os empréstimos que faziam eram apenas constituídos de cédulas de papel criadas do nada, através do sistema do fractional reserve lending (empréstimo sem lastro). A prática se tornou até mais fácil com o advento dos computadores, que simplesmente adicionaram mais zeros às operações. Os cidadãos dos países devedores eram a garantia dos empréstimos enquanto continuavam a pagar seus impostos e estavam submetidos às diretrizes de seus governos estabelecidos. Foi assim que os moneychangers europeus ganharam controle sobre as inocentes massas da civilização do planeta e continuam a detê-lo na atualidade.
Para termos uma idéia da ativa participação dos moneychangers na Primeira Grande Guerra (1914-1918) é preciso entender que o conflito era essencialmente entre a Rússia e a Alemanha. A França e a Inglaterra foram partícipes involuntários. Entretanto, ambos os países tinham membros da família Rothschild no controle de seus bancos centrais, mantendo-os reféns econômicos juntamente com suas colônias ultramarinas. Os moneychangers insuflaram a guerra sob o pretexto da defesa nacional, financiando todos os lados envolvidos até a exaustão física e material. Depois de quatro anos de derramamento de sangue, os argentários reuniram-se com todos os envolvidos e desenvolveram um sistema de taxação para pagar as dívidas de guerra, que acabaria por desencadear o surgimento do nazismo e a eclosão da II Guerra Mundial, que funcionou da mesma forma.
A grande restrição creditícia imposta pelo Fed no início dos anos 30 causou a quebra da bolsa novaiorquina de 1929, com impacto em todo o mundo. O presidente Roosevelt acabou por falir a economia americana ao ceder a todos os mandamentos dos moneychangers, inclusive confiscando todo o ouro em poder do público e aplicando severas sanções a quem não o entregasse. Foi assim que surgiu Fort Knox, um dos grandes embustes americanos, famoso na literatura e no cinema por guardar uma imensa fortuna em barras de ouro, mas, que, na realidade, nunca foi auditado desde sua criação há mais de seis décadas e suspeita-se que tenha pouco ou nenhum ouro guardado atualmente, que teria sido enviado aos bancos europeus como garantia de empréstimos feitos pelos argentários ao governo dos EUA.
Dez anos depois do crash, em 1939, todos os players de um lado e de outro do Atlântico estavam tão depauperados que uma nova guerra tornou-se iminente. Os moneychangers, principalmente através do Fed americano, financiaram todos os lados e aguardaram a eclosão do conflito. Até os nazistas receberam dinheiro deles. O projeto Manhattan, que deu aos Estados Unidos a bomba atômica, foi o coup de gras dos especuladores, viabilizando a emergência dos americanos como primeira potência mundial mas também criou as condições essenciais para a Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética, mais um projeto de alta lucratividade para os moneychangers nas décadas seguintes com a corrida armamentista bipolar.
A Guerra da Coréia (1950-1953) e do Vietnam (1959-1975) são exemplos das práticas do fractional reserve lending praticada pelos bancos centrais para prover os governos de recursos para custear os conflitos, então já sob controle global dos moneychangers. O assassinato do presidente Kennedy em Dallas, Texas, em 1963, é uma repetição das circunstâncias envolvendo a era de Jesus há 2.000 anos. No dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do Fed o poder de emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano.
Com uma canetada, o pres. Kennedy criou as condições para encerrar as atividades do Banco Central americano. Essa ordem restaurou ao Depto. do Tesouro o poder de emitir dinheiro sem passar pelo Fed e, portanto, sem cobrança de juros. O dólar deixou de ser nomeado Federal Reserve Note e passou a ser emitido como United States Note e não seria mais emprestado ao governo, seria impresso por ele, sem juros. Essa lei foi sua sentença de morte. Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado em Dallas por Lee Oswald, que por sua vez foi morto a tiros por Jack Ruby no dia em que daria seu primeiro depoimento público sobre o caso. Jesus também confrontou os moneychangers e o tribunal Sanhedrin do templo judeu revelando sua ganância monetária e acabou morto. Diante da possibilidade de perder o controle das massas e o direito de cobrar taxas e impostos, os moneychangers agem rápida e violentamente.
Alguém ainda tem dúvida sobre a origem da atual crise econômica que assola o planeta, iniciada com a retomada dos imóveis da categoria sub-prime e depois com o desmantelamento da "bolha" de investimentos de Wall Street, cujos efeitos irão impactar severamente todos os países do mundo, lamentavelmente os mais pobres com mais crueldade? Fica fácil compreender o papel dos bancos centrais mundiais, liderados pelo Fed em todas essas crises. Quem é mesmo que está emprestando cerca de US$ 850 bilhões ao mercado nos EUA, injetando dinheiro nas empresas e nos bancos? Ele mesmo, o Fed. Desta forma, expandindo e contraindo o dinheiro em circulação no mercado, os bancos maiores retomam ativos e o patrimônio das pessoas por uma bagatela e os revendem a preços usurários. Milhões de pessoas e negócios vão à falência, perdem suas casas e até a roupa do corpo, enquanto os moneychangers continuam sua opulenta trajetória de acumulação de dinheiro e poder.
Desconhecidas pela grande maioria das pessoas no planeta, essas informações estão a clamar uma decisão séria e definitiva da população diante desse cruel sistema de ganância e poder exercido por um pequeno grupo há mais de 300 anos, em contrapartida aos ensinamentos de amor ao próximo, irmandade e temor a Deus professados pela religião. Será que somos suficientemente civilizados para tomar esta decisão de forma adequada, quer individual ou coletivamente, para as futuras gerações? Ou também nós, diante do dinheiro e de todas as oportunidades e do poder que ele oferece, seremos tomados pela ganância e pela usura?
Uma coisa é certa. A civilização contemporânea, tal como está estabelecida, não subsistirá por muito mais tempo. Os problemas gerados pela cultura do dinheiro, do lucro, da ganância e do individualismo já estão destruindo a natureza do planeta de forma irreversível para os nossos descendentes. Aí reside o cerne da delicada decisão que nossa civilização terá que adotar, mais cedo ou mais tarde. Se não enfrentarmos vigorosamente o embate milenar entre fortes X fracos e ricos X pobres, buscando ascender a uma consciência coletiva mais humana e amorosa e suprimindo os valores argentários, estaremos certamente acelerando nosso caminho para o fim. É preciso que alcancemos sabedoria através de um renascimento espiritual, se quisermos deitar o pavimento para a sobrevivência das gerações futuras.
Observe a ladina estratégia da ganância e da cobiça, e as perversas táticas da usura e da agiotagem:
"O mundo já está preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller
1991.
Até quando ? ...
Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?
De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?
Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?
Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?
Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?
Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?
A.B.
NOTAS E REFERÊNCIAS
Todas as citações deste artigo, quer no texto principal, quer em notas de rodapé, podem ser conferidas em livros e matérias atuais e da época, ou diretamente pela Internet através de ferramentas de busca como o Google e outros.
1 Pai de Mayer Amschel [Bauer] Rothschild, autor da afirmação que abre o texto acima.
2 Pela primeira vez em sua história, a empresa Lehman Brothers viu-se enredada em problemas especulativos e pediu concordata no início de setembro/2008 para evitar a falência.
3 A respeito, veja a história do conflito de Waterloo no Google, utilizando as palavras chave "Waterloo" + "Nathan Rothschild". É importante realizar a pesquisa com as aspas e o sinal de mais para atingir o resultado esperado.
4 Veja no Google, sempre entre aspas para "focar" a pesquisa.
5 Banqueiro, financista e colecionador de arte americano que dominou o financiamento corporativo e a consolidação industrial no século XIX, ele articulou a fusão das empresas Edison General Electric e Thompson-Houston Electric Company que se transformou na General Electric, a conhecida GE. Também participou ativamente da criação da United States Steel Corporation, fruto da união da Federal Steel Company com a Carnegie Steel Company, que se tornou uma das grandes siderúrgicas americanas. Doou grande parte de sua fabulosa coleção de arte ao Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque.
6 Fractional Reserve Banking = Sistema Bancário de Reserva Fracional, em que apenas uma pequena fração (às vezes até nenhuma, zero) dos depósitos bancários tem lastro em moeda corrente disponível para saque dos depositantes.
7 Greenback = verso verde. Os dólares impressos por determinação do presidente Abraham Lincoln tinham o verso em cor verde, para diferenciá-los das demais cédulas da moeda americana.
8 Do presidente Andrew Jackson, ao expulsar uma delegação de banqueiros internacionais do Salão Oval da Casa Branca: "Vocês são um ninho de vespas e ladrões cuja única intenção é acampar em torno da administração federal americana com sua aristocracia monetária perigosa para as liberdades do país".
9 Do presidente James Madison (quarto presidente americano): "A história registra que os moneychangers se utilizaram de toda sorte de abusos, intrigas e de todos os meios violentos possíveis para manter o controle sobre governos através da emissão de moeda".
10 A propósito, leia sobre "A República de Weimar", período de inflação galopante na Alemanha entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, em que o poder de compra do marco alemão foi completamente pulverizado pela altas taxas cobradas dos países aliados vencedores do conflito.
* Nehemias Gueiros Jr. é advogado especializado em Direito Autoral e CyberLaw, Professor da Fundação Getúlio Vargas/RJ., Professor da pós-graduação da Escola Superior de Advocacia da OAB/RJ e Consultor Jurídico do site CONJUR (www.conjur.com.br) Rio de Janeiro - BRASIL.
** Cabe aqui uma pequena retificação, pois há documentos e registros da usura e da ganância judias que remontam até trezentos anos antes da data referida pelo autor.
FONTE: http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/fraudegananciaeusura.html
Créditos Revista Conspiração
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